
Uma dieta repleta de cor, aromas e sabor, aproveitando tudo da natureza ao seu esplendor. Assim foi chamada “Dieta do Mediterrâneo”, considerada Patrimonio Cultural Não Material da Humanidade.
Hoje, a dieta é a mais adequada na prevenção de doenças resultantes de uma alimentação excesiva e desequilibrada.
Informações sobre a Dieta do Mediterrâneo clique aqui.
As diferenças
• A principal é que a pirâmide se refere ao consumo de alimentos ao longo de um mês enquanto que a Roda se refere à ingestão diária de alimentos (por isso tem a forma redonda, que sugere um prato de comida).
• Na dieta mediterrânea, ovos, carnes brancas, peixe e marisco só algumas vezes por semana e carnes vermelhas 2-3 vezes por mês. Um dos grandes erros da alimentação dos portugueses reside no excesso do consumo de carne, sobretudo de carne vermelha.
• As nozes e outros frutos secos são utilizados na dieta mediterrânea diariamente e como substitutos proteicos da carne, pescado ou ovos. Embora o mesmo fosse desejável para Portugal, por cá estes alimentos são consumidos sobretudo na época natalícia, não lhes sendo reconhecida a sua importância na alimentação diária.
• Os doces são permitidos uma ou outra vez por semana (fim-de-semana?) o que não acontece na nossa Roda talvez porque esta se refere apenas ao consumo diário de alimentos.
• A nova Roda dos Alimentos centraliza a importância da água no dia-a-dia, o que não acontece na representação gráfica da dieta mediterrânea.
As semelhanças
• O consumo diário de alimentos “farináceos” como batata, arroz, leguminosas, pão e outros derivados de cereais (grão, feijão, etc.); legumes, fruta e lacticínios com baixo teor de gordura é consensual.
• As gorduras como o azeite devem ser consumidas diariamente mas em pequeninas porções, uma vez que têm um valor calórico muito elevado e, em excesso, podem contribuir bastante para o aumento de peso.




























e muito caro e eu estou um pouco acima do peso