Segundo pesquisas realizadas neste ano, cerca de 700 mil cirurgias plásticas, 10% a mais em relação ao ano anterior, segundo estimativa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) foram feitas em 2011.
O que mais chamou a atenção é que desse total cerca de 60% das cirurgias foram feitas por fins estéticos. Com tanta procura por esse tipo de método, o Conselho Federal de Medicina (CFM) viu a necessidade de criar novas regras e fazer mudanças práticas que aumentaram a segurança do paciente.
Um dos primeiros passos para melhor cuidar das mulheres que venham a fazer uma cirurgia são os cuidados com a fiscalização de próteses. Como no ano passado milhares de mulheres precisaram trocar suas próteses por conterem silicone industrializado e com riscos de estourar a qualquer momento, a gora a fiscalização feita pela Anvisa será rígida.
A avaliação será feita através de vários testes em parceria com o Inmetro, definia novos critérios de qualidade. A agência instituiu, a partir de então, a obrigatoriedade de um processo semelhante ao utilizado na verificação de preservativos, que torna mais seguro o uso de próteses de silicone no país. Caso o implante cumpra com todas as exigências do órgão, a aprovação demora cerca de dois a três meses.
Para passar no teste as próteses deverão passar por:
1. Ensaios de integridade para verificar a resistência do material: alongamento, tração, resistência ao rasgo, conferência da selagem de cada prótese.
2. Verificação dos componentes do silicone: para garantir que o material não seja quimicamente agressivo ao corpo.
3. Teste de resistência ao impacto.
4. Averiguação da pureza da composição: excluirá próteses contaminadas por substâncias nocivas, como metais.
Para saber de todas as mudanças não deixe de perguntar para o seu médico, e claro procure por um profissional competente.

























