CB300 R novo lançamento da Honda – Fotos e Vídeo

A nova motocicleta da Honda é a CB300 R, que substitui a Twister. A CB tem design esportivo semelhante a Hornet 600.
CB300 R está disponível nas cores prata, preta, vermelha e dourada.
O preço nas concessionárias está R$ 12.500.
Características da CB 300R da Honda
Motor: Um cilindro, DOHC, 291,6 cm³, 4 tempos, 4 válvulas, arrefecido a ar.
Potência: 26,53 cv a 7.500 rpm.
Torque: 2,81 kgfm a 6.000 rpm.
Diâmetro e curso: 79,0 x 59,5 mm.
Alimentação: Injeção eletrônica de combustível PGM-FI. Taxa de compressão: 9,0:1.
Partida: Elétrica.
Transmissão: 5 marchas com transmissão final por corrente.
Suspensão: Dianteira por garfo telescópico com 130 mm de curso, traseira monoamortecida com 105 mm de curso.
Freios: Disco simples de 276 mm de diâmetro com pinça de pistão duplo na dianteira; a tambor com 130 mm na traseira.
Pneus: Na dianteira, 110/70 – 17M/C (54H); na traseira, 140/70 – 17M/C (66H).
Chassi: Berço semiduplo.
Dimensões: 2.085 (comprimento), 745 mm (largura), 1.040 mm (altura); 1.402 mm (entre-eixos); 781 mm (altura do assento) e 183 mm (altura mínima do solo).
Tanque: 18 litros (3 l na reserva).
Peso: 143 kg a seco
Moto – Troca de pneus de medidas originais por modelos mais largos podem comprometer a segurança – Informações – Fotos.

Quem é motoqueiro sabe a hora de trocar de pneu. Agora o que muitos não sabem é a importância de manter sempre as medidas originais. Muitos gostam de alterar do pneu traseiro dando um ar mais esportivo a motos menores.
Mais a mudança pode trazer prejuízo afirmam os mecânicos. Nas ruas é comum ver por exemplo a Honda CBX 250 Twister com pneus de 140 e 150 milímetros de largura ao invés do original nas medidas 130.
Na real a beleza das motos com pneus maiores não melhora o desempenho, nem traz vantagens. Entenda o porquê.
- O gerente Adriano Batista Luz, da casa Fernandes de Pneus, alerta: “O consumo aumenta, a relação tem desgaste prematuro devido ao pneu ser mais pesado, afeta o velocímetro e o hodômetro”.
- O proprietário da Alemão Pneus, Gregory Douglas Ross, lista mais perigos de se usar pneus “superdotados” em motocicletas. “Pneus maiores que os originais tem maior desgaste na banda de rodagem devido à maior área de contato com o asfalto, ficando ‘quadrados‘ e dificultando a realização de curvas”.
- Outros componentes como a balança, protetor de corrente e para-lamas podem sofrer avarias com o componente fora das especificações originais.
Moto – Zero S é primeira supermotard elétrica do mundo com a proposta urbana – Fotos.

Combustíveis alternativos não-poluentes cada vez mais entram na pauta das montadoras. A busca interminável por menor emissão de poluentes ou virou quase que uma “obrigação” entre os fabricantes de automóveis e motocicletas.
A americana Zero Motorcycles apresenta em sua gama de motocicletas, todas movidas a eletricidade, a primeira supermotard elétrica do mundo para rodar nas ruas: a Zero S.
Custando US$ 9.950 à vista nos Estados Unidos, a novidade elétrica pode se tornar uma boa opção de locomoção urbana para os americanos. Para isso atributos não lhe falta
Andar na cidade com a Zero S será uma tarefa agradável. A potência de 31 cv e a incrível cifra de torque de 8,62 kgfm são mais que suficientes para o ir-e-vir diário de uma motocicleta que pesa 102 quilos montada em um quadro de dupla trave de alumínio.
A velocidade final divulgada pelo fabricante é de 60 milhas por hora, algo em torno dos 96 km/h. Para um veículo de proposta urbana os números estão mais que suficientes.
Uma das grandes desvantagens dos veículos elétricos está na baixa autonomia. No caso da Zero S, a autonomia prometida é de quase 100 quilômetros, o que acaba não sendo uma marca ruim. E a recarga leva menos de quatro horas, com a moto ligada em uma tomada comum de 110 ou 220 volts.
Motos – Comparativo entre Honda CG 150 Titan e Yamaha YBR 125. Fotos.

As motos mais vendidas do Brasil e eternas rivais, renovadas para 2009: Honda CG Titan 150 e Yamaha YBR 125 Factor.
Além da capacidade do motor, ambas se diferenciam ao primeiro olhar. A Factor encanta com seu visual esportivo e street, ressaltado pelas rodas de liga leve, disponíveis na versão ED, lembrando muito sua irmã maior YS 250 Fazer. Entre alguns motociclistas, ganhou o apelido de “mini-Fazer“. Já a rival da Honda resolveu inovar no design, com uma carenagem no farol que não agradou a todos. Inédito no Brasil, o novo desenho já recebeu alguns apelidos e muitas críticas.

São as motos mais vendidas das respectivas marcas. Já no ranking de emplacamentos, a CG 150 lidera, enquanto a 125 da Yamaha ocupa a quarta posição entre as mais vendidas. O quesito é praticidade para transportar pequenos objetos, ambas se equivalem. A Honda Titan 150 conta com um gancho metálico próximo aos amortecedores traseiros. A YBR Factor também traz ganchos na alça da garupa, com o mesmo propósito.
Já nos punhos de comando as rivais são contrastantes. Na Yamaha eles são semelhantes aos da sua irmã maior, a YS Fazer 250, com lampejador de farol e corta-corrente. Os comandos da Titan pararam no tempo. Os dois itens citados na concorrente inexistem na Honda, e o restante é praticamente igual ao que trazia a CG 125 Titan de 2000, exceto pela falta do botão liga/desliga do farol (agora acionado automaticamente ao se ligar o motor).

As suspensões, ambas de garfo telescópico na dianteira e duplo amortecedor na traseira. O banco da YBR tem uma espuma muito mole, cansa o piloto após longo tempo pilotando. No caso da Titan 150, o banco foi redesenhado e tem uma espuma mais densa e confortável.
A concepção dos motores é o grande diferencial dessas motos urbanas. As concorrentes já atendem ao Promot 3 (lei de controle de emissão de poluentes) e utilizam soluções diferentes para cumprirem a norma. A Honda inovou ao equipar sua campeã de vendas com injeção eletrônica de combustível, além de sensor de oxigênio e catalisador. A YBR 125 Factor teve seu carburador remodelado, ganhou sensor de “cut-off”, acionamento do segundo estágio a vácuo e sensor de posição do acelerador. Com essas soluções, a Factor consegue um resultado semelhante a um motor injetado, cortando o envio de combustível quando o acelerador não é acionado com a moto em movimento.
Nas estradas, onde a Yamaha anda “esgoelada“, ainda sobra acelerador na CG. Isso se traduz em um consumo mais alto. Rodando com ambas conseguimos médias acima de 40 km/l pilotando a CG e com a rival as médias obtidas ficaram entre 33 e 35 km/l. Ao se falar em consumo, não podemos deixar escapar o grave calcanhar-de-aquiles da nova Titan. Ela não tem torneirinha de combustível e nem luz indicadora de reserva — há somente o marcador de gasolina. Portanto, um motociclista mais distraído pode ficar a pé se não ficar atento ao nível.
Tanto YBR Factor e CG 150 Titan são ótimas motos para se pilotar na cidade: estáveis, ágeis e confortáveis. Porém, a maciez do conjunto motor/câmbio/freios e suspensões da Yamaha acaba sendo ofuscada pelo maior vigor do motor da Titan, que exige menos trocas de marchas e permite ao piloto rodar com o acelerador menos aberto.
Na hora de frear, as motocicletas apresentam freio a disco na roda dianteira (de pistão simples na Factor e duplo na Titan) e a tambor na traseira. A 125 da Yamaha mostrou reações melhores, enquanto a rival apresentou um acionamento um pouco mais “borrachudo“.

Nos trechos de curvas, vantagem novamente para o modelo Yamaha. A versão ED testada sai de fábrica com rodas de liga-leve calçadas com pneus Metzeler ME 22, sem câmara e de perfil esportivo. Itens que fazem dela uma das motos mais completas da categoria. Já a Honda peca por não equipar a CG top de linha com rodas de liga e pneus sem câmara. Suas rodas raiadas e os pneus Pirelli City Demon são de boa qualidade e dão conta do recado — mas, como se trata de modelo top e de preço mais elevado, bem que a Titan 150 poderia ter rodas mais bonitas.
Preço, esse é um item muito importante nessa categoria de motos urbanas de baixa cilindrada. Se compararmos os valores divulgados pelas fábricas, a diferença entre Titan e Factor é de pouco mais de R$ 500. Porém, o preço praticado nas concessionárias das marcas na capital paulista dobra essa diferença.
Ao consultarmos as concessionárias, constatamos que a Factor apresenta larga vantagem. O valor médio cobrado pela Yamaha YBR 125 Factor ED é de R$ 6.800, enquanto a concorrente Honda CG 150 Titan está sendo vendida a R$ 7.900. Uma diferença de quase 15%, que significa parcelas mais baixas no financiamento — ou ainda uma economia para comprar equipamentos de segurança.
Honda – Moto – Fotos do modelo que vai ser o futuro das duas rodas. Confira.

Estudantes e a Honda mostram a moto do futuro. Conceito Oree tem propulsor elétrico e chega a 190 km/h. Foi desenvolvida por dois designers alemães para feira Intermot Bike Show , na Alemanha. Essa moto é tudo que os dias de hoje necessitam, respeito ao meio ambiente, velocidade controlada e o futuro.
O modelo é o visual naked e o garfo da roda dianteira é revestido por uma peça que segue até o farol em forma de círculo. O banco é diferente e alto e parte da carenagem somente para uma pessoa. A traseira não mostra o escape, silenciosa. A potência é de 90 cv e torque de 17,2 kgfm. Chegando a velocidade máxima de 190 km/h e roda 300 km com uma carga no motor.

Yamaha e Fiat – Fotos da Moto FZ1 versão esportiva para centenário Abarth – Confira informações.

Para comemorar o centenário do preparador de motores Abarth Assetto Corse, que fez fama na Itália. nascido em novembro de 1908, em Viena na Áustria. Hoje seu sobre nome aparece nas versões esportivas da Fiat.
A Fiat convidou a Yamaha para juntas trabalhar em um projeto de uma moto nova, única, para comemorar o centenário do preparador. As empresas estão cooperando para elaborar um versão especial da esportiva FZ1 Fazer. Ainda está só no papel, mais a nova moto vai receber o moto da YZF R1 e potência ajustada para 150 cv. E varios componentes de marcas famosas como as rodas Marchesini, freios Brembo, suspensões Ôhlins e Silenciador Akrapovic em titânio.
Essa nova máquina será para poucos, valor alto deve ser estipulado ainda, série limitada com o que há de novo em tecnologia. Aos amantes de motocicletas podem esperar uma super máquina. Que vai conquistar por sua beleza e torque.




